Os três senadores por Goiás recebem, cada um, ajuda de custo de R$ 41,3 mil por mês para despesas extras. Principalmente com viagens e propaganda. Essa cota foi elevada na semana passada pelo novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pelo segundo mês seguido.
Somente neste ano, foram dois aumentos: 6,1% em janeiro e, na semana passada, 12% para valer em março. Com a medida, o limite médio mensal para cada senador será agora de R$ 46,4 mil.
Os valores que cada senador pode gastar varia entre os Estados, por conta, principalmente, dos custos das passagens aéreas. O menor valor é para os eleitos pelo Distrito Federal (R$ 36,5 mil). Já o maior é para os senadores do Amazonas (R$ 52,8 mil).
A cota, bancada com dinheiro dos impostos, é usada para gastos como alimentação, transporte, hospedagem, escritórios e serviços de consultoria e propaganda. O Senado tem 81 senadores, 3 para cada uma das 27 unidades da Federação.
Servidores
Davi Alcolumbre também assinou uma portaria que permite aos funcionários do Senado tirar uma licença de 1 dia a cada 3 trabalhados. Atualmente, a Casa conta com um total de 6 mil servidores, sendo 3,8 mil comissionados e 2,1 mil efetivos.
O servidor que não quiser tirar os dias de folga poderá vender a licença. O valor, porém, não deverá compor a base salarial no mês seguinte para os cálculos previdenciários. As licenças terão a validade de 6 meses e ficarão prescritas caso o funcionário não solicite a utilização delas.
A contagem dos dias trabalhados não incluirá os períodos de afastamento por atestado médico ou outras licenças. A licença possui o limite de 10 dias seguidos e o acúmulo de dias a serem compensados não poderá passar de 20.